Alguns dos torcedores mais comprometidos do futebol americano souberam na terça-feira que estarão espalhados por diversas seções nos andares superiores dos estádios da Copa do Mundo.
Depois de meses de espera e de tentativa de organizar apoio aos jogos da seleção masculina dos EUA na Copa do Mundo, os membros dos grupos de torcedores receberam seus assentos, que ficam distantes do campo e um tanto dispersos, dificultando a coordenação de cantos ou exibições visuais.
Os líderes do maior grupo, os American Outlaws, disseram ao The Athletic que estavam “decepcionados” e “frustrados” com a FIFA, o órgão regulador do futebol global que administra a Copa do Mundo e administra os ingressos.
“É meio chato”, disse Whitney Zaleski, membro e funcionário da AO, em entrevista por telefone. “Porque um grupo de torcedores é isso: sentamos juntos, cantamos juntos. Então, será um ambiente diferente.”
A frustração deles chega perto do fim de um processo de venda de ingressos que durou meses e provocou indignação e exasperação entre fãs na América do Norte e em todo o mundo. Indivíduos e grupos criticaram os preços dos bilhetes da FIFA, a sua opacidade e outras práticas que consideraram confusas, enganosas ou exploradoras.
As atribuições de assentos de terça-feira, nesse contexto mais amplo, são talvez uma preocupação relativamente menor, mas refletem a despriorização mais ampla da FIFA em relação aos torcedores dedicados e ao ambiente nos estádios.